O glorioso
passado imperial da capital austríaca não está
apenas nos aposentos reais visitados pelos turistas: assim
como nos tempos da imperatriz Sissi, a ópera continua
sendo o mais importante evento social para os vienenses, e
as horas que eles passam diante de uma xícara de café
numa suntuosa confeitaria não foram encurtadas com
o passar dos anos.
Viena é para ser curtida a pé –
e com calma. As principais atrações ficam no
centro da cidade e são facilmente alcançáveis.
O transporte público, eficiente e fácil de entender,
tem paradas bem próximas das atrações.
Para se locomover por Viena, deve-se ter em mente
o Ringstrasse, um anel de tráfego que circunda o centro
histórico. A capital da Áustria tem atrativos
de diversas vertentes e épocas. Há os simpáticos
e coloridos edifícios de Hundertwasser, o intenso comércio
da Mariahilfer Strasse, a Roda Gigante, cercada por barraquinhas
com quitutes, a Escola Espanhola de Equitação
e os famosos cafés vienenses, para ficar nos exemplos
mais significativos. Mas tudo isso torna-se acessório
diante das atrações históricas.
Viena é a mais barroca das capitais européias,
e neste estilo há mais de 300 construções.
A Catedral de Santo Estêvão (iniciada no século
13) e o KunstHausWien são os melhores exemplos. Outras
maravilhas, de estilos variados, são o Hotel Imperial,
o Teatro Nacional, a Ópera de Viena, o Palácio
Imperial, o Parlamento e as construções gêmeas
que abrigam o Museu de História Natural e o de Belas-Artes.
A Catedral de Santo Estêvão é o "eixo"
da cidade e foi a partir dela que Viena se desenvolveu.
Sua construção reúne diversos estilos,
do romântico do século 13 ao gótico do
século 15. Para quem tem um bom preparo físico,
vale subir os 345 degraus da torre e apreciar a vista da cidade.
Mas o prato principal de Viena, sede do governo desde
1156, é o Palácio Schönbrunn (que significa
"fonte bela"), a 20 minutos do centro. "Casa
de veraneio" dos Habsburgo (clã que dominou a
Áustria por vários séculos), foi construído
no início do século 18 a mando de Carlos VI,
mas somente em 1740, quando a imperatriz Maria Teresa subiu
ao trono, o local ganhou pompa real.
Banhada pelo Rio Danúbio, o mesmo que inspirou uma
das mais executadas obras de Strauss em todo o mundo, é
mesmo um lugar inesquecível. Os turistas que retornam
da capital austríaca fazem relatos entusiasmados do
lugar. E Viena realmente nasceu com uma enorme vocação
para a arte. O ritmo das valsas de Strauss parece ecoar pelas
ruas medievais e bosques. Viena tem charme e elegância,
foi capital de um dos Impérios mais poderosos do Velho
Mundo.
Uma vez no centro da capital, visite o edifício da
Ópera que tem passeios guiados, e é um dos lugares
mais badalados. A programação se estende por
todo o ano. Os prédios da prefeitura e do parlamento
também merecem ser vistos. A Ruprechtskirche (Igreja
de São Ruperto) tem uma peculiaridade: diariamente,
quando o relógio marca 11 horas, há um desfile
de bonecos representando os principais personagens da história
do país.
O Palácio Hofburg pode ser visitado e guarda importantes
coleções de móveis de época, porcelanas,
pratarias e objetos de arte e vários museus. Dois dos
mais bonitos jardins de Viena ficam também em Hofburg:
o Volksgarten e o Burggarten. No Belvedere, um conjunto de
edifícios da era imperial, funciona um excelente museu
de arte.
Os acervos de arte já não se concentram apenas
em palácios como o Hofburg. Inaugurado em 2001, o Museum
Quartier exibe obras contemporâneas de qualidade em
um espaço clean e acolhedor. Trata-se de um dos 10
maiores complexos culturais do mundo, que reúne prédios
barrocos, arquitetura moderna e instituições
culturais variadas, incluindo o Museu de Arte Moderna Ludwig
e Kuntshalle, que é um espaço cultural para
amostras contemporâneas.
Para maiores informações, entre em contato
conosco, clicando
aqui. |